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terça-feira, 16 de julho de 2013

História dos desbravadores

História dos Desbravadores no Mundo


História dos Desbravadores
Você já se perguntou como tudo começou? 
Confira abaixo como os desbravadores se tornaram um exército 
de mais de 1,7 milhão de membros espalhados por 40 mil clubes em todo o mundo.



A primeira literatura para jovens
A igreja Adventista do Sétimo dia surgiu em meados de 1850. 
Nessa época já havia a preocupação com os jovens.
Tiago White publicou entre 1852 e 1870 o "Youth Instructor" (Instrutor dos Jovens). 
A primeira literatura adventista para jovens.

Youth Instructor (1852-1870)


A primeira sociedade jovem
Em 1879, Luther Warren e Harry Fenner
iniciaram a primeira 
Sociedade Jovem Adventista em Hazelton, Michigan.
Com o passar dos anos elas se multiplicaram e, em 1892, 
Ellen White escreveu o primeiro testemunho para os jovens adventistas: "Temos hoje um exército de jovens que podem fazer muito 
se forem devidamente orientados e encorajados..."





Arthur W. Spalding


O Surgimento da Idéia
Em 1919 foi organizada a Missão dos Sentinelas, 
por Arthur W. Spalding, no Tennessee.
 Em 1921 foram criados o Voto e a Lei dos MV de autoria de Harriel Holt e Arthur W. Spalding. Eles ainda desenvolveram as ideias básicas para os clubes de adolescentes que surgiriam no ano seguinte.







Laurence Skinner

O Surgimento do nome
O nome Desbravadores foi usado inicialmente por Theron Johnston 
em um programa de jovens na cidade de Sant’Ana, 
Califórnia, nos Estados Unidos. Isso aconteceu em 1930. 
O Dr. Theron organizou um clube em sua casa, 
mas incompreendido pela igreja da época, e sem apoio,
a ideia foi abandonada. A semente, porém, ficou plantada, 
e já começava a germinar. Em 1940, a Associação do 
Sudoeste da Califórnia chamou o seu acampamento de 
“Acampamento de Desbravadores Jovens Missionários Voluntários”. Nessa época surgiu um clube organizado pelo
 Pr. Skinner com o nome de “Trailblazers” (Locomotivas). 








Em 1930 o pastor Henry T. Elliott nomeado como Líder do Departamento MV da Associação Geral (1930-1933).
— Estabelecidas Classes MV Preliminares: Abelhinhas Laboriosas, Luminares, Edificadores.

— Publicado o livro “Mensagem aos Jovens”, de Ellen G. White.








Pr. John Hancock
O Desenvolvimento: Aconteceu a partir de 1946, pelo 
Pr. John Hancock. Na época ele era o Secretário M.V. 
(Missionários Voluntários) da Associação do Sudoeste da Califórnia, onde em 1930 fora plantada a semente pelo Dr. Theron. 
Não foi difícil escolher um nome. Uma vez que o 
acampamento da Associação da Califórnia 
se chamava “Acampamento dos Desbravadores”, pareceu 
lógico chamar o nome do clube de 
Clube dos Desbravadores Jovens Missionários Voluntários. 
O Pr. Hancock sentiu que o programa dos 
Desbravadores experimentado no acampamento de verão, 
seria mais eficiente se fizesse parte do programa semanal 
O primeiro Clube patrocinado pela Associação se desenvolveu 
em Riverside, Califórnia, USA, 1946, sob a direção de John Hancock, diretor de 
jovens da Associação do Sudeste da Califórnia. 

Pr. Henry Berg

 A Organização: Em 1946, o próprio Pr. Hancock desenhou o emblema em forma de triângulo, que ainda é usado em todo o mundo. Em 1947, a Associação Geral pediu à União do Pacífico para desenvolver a Organização do Clube de Desbravadores. O Pr. J. R. Nelson desenvolveu, então, a ideia dos Desbravadores em um plano unificado e bem organizado. Em seguida Lawrence Pauson escreveu os primeiros manuais de orientação. Em maio de 1949 o Pr. Henry Berg, mesmo não sendo músico, compôs o Hino do Desbravador.





Hino do Desbravador original



 A Oficialização: Ocorreu em 1950, quando o Departamento de Jovens da Associação
 Geral adotou oficialmente o Clube dos Desbravadores 
Jovens Missionários Voluntários como um programa mundial. 
Em 1952 o hino dos Desbravadores foi oficializado e passou a fazer parte do programa. 
O primeiro Campori ocorreu pouco tempo depois, no ano de 1954, no sul da Califórnia.




Nercida Ruiz
O Surgimento na América do Sul: 
Ocorreu em 1955, um grupo de jovens que assistia à Igreja de Miraflores, perto de Lima, ouviu com muito interesse sobre a existência 
de um grupo de jovens e adolescentes organizados num 
Clube chamado Desbravadores, então alguns dos líderes de jovens
 da igreja decidiram que era tempo de tomar coragem e estabelecer
 um Clube de Desbravadores moldado em solo peruano. 
Os líderes desse novo Clube eram um jovem casal e Nercida Ruiz
 foi escolhida como Diretora do Clube. Eles se estabeleceram e
 tornaram-se o primeiro Clube de Desbravadores no Peru e 
na América do Sul. 




Pr. Wilson Sarli
O Surgimento no Brasil: No Brasil, em 1959 foram dadas as
] primeiras orientações sobre o clube de Desbravadores, através do 
Pr. Wilson Sarli. Na cidade de Ribeirão Preto e no Bairro do Capão Redondo, na capital Paulista, foram formados dois dos primeiros clubes do Brasil, ambos com o nome de Pioneiros.



sexta-feira, 8 de junho de 2012

A minhoca fofoca

A Minhoca Fofoca


A minhoca Fofoca gostava muito de fofocar.
Se alguém passava, ela logo começava a falar. E ria assim: Ih! Ih! Ih!
E ela falava de todo mundo:

- Que pessoal deselegante! Não há ninguém nesta cidade que seja decente. Todo mundo é pobre. Horrível!

E a minhoca Fofoca ria assim: Ih! Ih! Ih!

Ela não perdoava ninguém. Falava mal de todos:

- Dona Barata não cuida dos filhos. Também é uma tonta!

Quando a dona Barata passava, ela gritava bem alto:

- Barata tonta! Barata tonta!

Depois se escondia.

Dona Barata ficava furiosa, mas não podia fazer nada porque não sabia de onde vinha aquele comentário tão maldoso. Só ouvia aquela risada: Ih! Ih! Ih!

A minhoca Fofoca era muito esperta. Zombava de todos, mas ninguém sabia que era ela. Só ouviam aquela risada: Ih! Ih! Ih!

Ela perdia tanto tempo na janela que era um horror. E ficava lá, esperando alguém passar.
- Bom dia seu Besouro. Já vai trabalhar?

Seu Besouro, que não gostava muito de conversar, cumprimentava-a com um “Dia” meio atravessado e ia embora.

- Que horrível! E ainda se acha o máximo! Todo empinado, mas tão fedido.

E ria assim: Ih! Ih! Ih!

A minhoca Fofoca ouvia atentamente e até dava conselhos. E gostava de viver assim. Falava do sr. Grilo para dona Coruja, da dona Coruja para o sr. Esquilo, do sr. Esquilo para seu Castor, do seu Castor para dona Borboleta. E ninguém sabia que ela falava de um para o outro.
Um dia, por causa de uma de suas intrigas, formou-se uma baita briga em frente à casa dela.
Porque fofoca dá nisto: confusão. A fofoqueira abriu a janela como de costume, para se divertir com aquela bagunça.

Até que ela não agüentou e começou a rir: Ih! Ih! Ih!

Ria tão alto que chamou a atenção dos brigões.

Ih! Ih! Ih!

Todos ficaram em silêncio, ouvindo as risadas da minhoca. Fofoca, que ria cada vez mais alto: Ih! Ih! Ih! Ih! Ih! Ih!

Foi então que a minhoca Fofoca percebeu todos sérios, olhando diretamente para ela.
Seu Besouro, o que não gostava de falar, falou:

- Então foi a senhora que fez toda esta confusão! A senhora devia se envergonhar.

E a confusão ficou maior ainda. Fofoca fechou a janela e ficou escondidinha, cheia de medo.
No outro dia bem cedo, ela abriu de novo a janela para fofocar. Chamou dona Barata que passava, mas ela não lhe deu atenção.

- Hunf! Quem se importa com ela? – resmungou Fofoca.

- Vou ao mercado falar com os outros amigos. Eu tenho muitos.

E ela foi. Mas tentou puxar conversa com seu Castor, e ele nem ligou. Procurou dona Borboleta, e ela fingiu não ouvir.

O sr, Esquilo virou a cara. 

Procurou então seu Besouro e ele fechou a porta na cara dela. Agora até os filhotes fugiam dela.
Foi aí que a minhoca Fofoca compreendeu o que havia feito com ela mesma. Antes colocava uns contra os outros. Agora estavam todos contra ela. E começou a chorar: buáaaa!!
A solidão é uma coisa muito triste. O que ela ia fazer?

- Dona Fofoca, a senhora está arrependida? – perguntou alguém.

- Estou – respondeu a minhoca.

- Buáaa!! Então a senhorita precisa deixar de fazer duas coisas.

- O quê? Buáaa!! Buáaa!!

- A primeira é parar de chorar.

-Sim. Sim. – disse a fofoqueira enxugando as lágrimas.

- E a segunda?

- Esta é mais difícil: deixar de fofocar. A minhoca Fofoca pensou, pensou, pensou. E lembrou-se do Criador.

Se Ele gostava das coisas em ordem e queria que todos vivessem em paz, não podia gostar de fofoca. Ela certamente estava errada, semeando confusão. Finalmente falou:

- Tá bom! Mas e meus amigos?

- O que eu faço para eles voltarem a falar comigo?

- É simples, peça desculpas  e depois conquiste a confiança de todos.

Fofoca ficou feliz, parou de chorar e foi deporta em porta, pedindo desculpas a um por um.
Dona Coruja ficou sorrindo toda satisfeita. E tudo mudou para a minhoca Fofoca. Até sua ficou mais bonita. Hoje ela é uma senhora responsável que ocupa  seu tempo com coisas boas.
E, quando está na janela, não é mais para falar mal dos outros. Quando alguém passa, ela faz questão de só dizer coisas boas.

Seu Besouro tornou-se um grande amigo dela e gosta muito de sua conversa.
Toda a vizinhança passa pela janela da minhoca Fofoca, e ela tem sempre alguma coisa boa para dizer a eles.

Até os filhotes pedem que ela lhes conte histórias que falem a respeito de amor e amizade.
A minhoca Fofoca continua a rir assim:
Ih! Ih! Ih! Mas agora é de FELICIDADE

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O pacote de biscoitos



Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para passar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Então ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem. Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou para si:Mas que cara-de-pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse!




A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo à deixava tão indignada que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou:

O que será que o abusado vai fazer agora?

Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo à deixou irada e bufando de raiva.
Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela o seu pacote de biscoito estava ainda intacto, dentro de sua bolsa. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.



O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada.

Quantas vezes em nossa vida nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto?
Pense com clareza. Há quem proceda de forma muito diferente da que você gostaria que fosse? Isso tira a sua calma e dá-lhe a impressão de que ninguém gosta de você? Mas raciocine claramente. Não será um desejo de receber, de satisfazer-se, de preencher a si próprio o motivo desse estado de espírito? Transforme-se. Busque mais dar do que receber. Você é capaz dessa mudança. Só podemos transformar o mundo à nossa volta mudando-nos ante a nós mesmos.

domingo, 25 de março de 2012

Alegoria das ferramentas



Alegoria das Ferramentas

Há muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia acabado, as ferramentas começaram a conversar entre si. Elas discutiam para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro.
 


O Sr Martelo começou: Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro! Sem mim os movéis não ficaram de pé!, pois eu tenho que martelar os pregos!

O Sr. Serrote logo quis dar a sua opinião: Você Sr martelo? Você não pode ser! Seu barulho é horrível! É ensurdecedor ficar ouvindo toc, toc, toc... O mais importante sou Eu! O serrote! Sem mim, como o carpinteiro serra a madeira? Eu sou o melhor!







Não, não, não! Falou a dona Lixa: Eu sim sou a melhor! Se não fosse Eu os movéis não seriam tão lisinhos e perfeitos! Eu sou a mais importante!

Ah! mais não é mesmo! disse a dona Plaina: Eu é quem deixo tudo retinho, e tiro as imperfeições da madeira. Eu sim sou a indispensável...

Tsc, tsc, tsc... Nada disso, disse a dona Chave de Fenda: Se não fosse Eu, como o carpinteiro iria apertar os parafusos? EU sim sou a melhor!

Ah! não ! Que absurdo! disse o Sr Esquadro: Eu sou o mais importante! Sem mim os movéis ficariam tortos! O carpinteiro nem saberia a medida. EU sou o mais importante!





As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer...

O carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um movél e começou a trabalhar!
Ele usou todas as ferramentas. Usou o serrote, o martelo, o esquadro, a lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola e o verniz para deixar o movél brilhando....

Enfim ele acabou. Chegou o fim do dia o carpinteiro estava cansado, mas feliz
 com o que tinha feito! Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo!









O carpinteiro foi para casa. Enfim, as ferramentas voltaram a conversar. Só que agora elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o carpinteiro. Sabe o que elas fizeram? Um púlpito de uma igreja! E tinha ficado lindo!







Elas chegaram a uma conclusão: Todas eram importantes!! Aos olhos do carpinteiro. Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma! E o movél tinha ficado lindo!

Elas descobriram que quando todas trabalham juntas tudo anda melhor!!

(Moral da história)

O carpinteiro representa JESUS ou o Pastor de sua igreja, dependendo como você vai usar essa história. As ferramentas representam os membros, ou crianças.

Cada um de nós tem um valor importante no reino e na obra de DEUS. É ele quem nós usa e capacita para fazermos a sua obra. Cabe a nós como ferramentas nos deixar ser usados. (você professor pode colocar a moral que vc achar que se encaixa melhor para a sua turma)
.





quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Lago ou copo?



Torne-se um lago



“O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
- Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
- Ruim – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então, o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! – disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
- Não! – disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:-
A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida.
Deixe de ser um copo. Torne-se um lago.” (Autoria desconhecida)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS


"JULGAMOS A NÓS MESMOS PELO QUE NÓS SOMOS CAPAZES DE FAZER, ENQUANTO OS OUTROS NOS JULGAM PELO QUE JÁ FIZEMOS..."



1ª História
Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo.Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo, se tivesse recebido atendimento............................................................................................
2ª História
Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista. Naquela hora, à vontade de Antonio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou:
- Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim... Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino, pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar.
Chegando em casa, Antonio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo:
- Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo.
Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!

DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS
"Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira".
"Procure ver as pessoas além das aparências".
Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história,

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Águia e a Galinha





A Fábula da Águia e da Galinha

 Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.
“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa”. Conseguiu pegar um filhote de águia.
Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha. 
Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.
Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem. - É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista. - Ela é e será sempre uma águia. Este coração há fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.
O camponês sorriu e voltou a carga:
- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.
Foi quando ela abriu suas potentes asas.
Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.
Voou. “E nunca mais retornou.”


Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos
que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. “E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”


A história do lápis!



O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!








- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".
"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores,
porque elas o farão ser uma pessoa melhor."
"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."
"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca.
Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Hora de história.....A vaca

 A Parábola da Vaca

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.- O senhor vê aquela vaca ? - disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaquinha.
Indignado, porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo. Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.
Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo. Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.
- Claro que sei. Você está olhando para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos os nossos sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
- Moral da história: às vezes é preciso perder para ganhar mais adiante. É com a adversidade que exercitamos nossa criatividade e criamos soluções para os problemas da vida. Muitas vezes é preciso sair da acomodação, criar novas idéias e trabalhar com amor e determinação.





LIVRO SEM PALAVRAS




QUEM É DEUS
1. Criador - Ele fez você
2. Amor - Ele ama você
3. Céu
4. Santo


VERSÍCULOS BÍBLICOS


João 3:16a

PROBLEMA/NECESSIDADE
1. Definição do pecado
2. Exemplos do pecado
3. Nascido em pecado
4. Separado de Deus


VERSÍCULOS BÍBLICOS


Romanos 3:23

SOLUÇÃO/CAMINHO
1. O Filho Perfeito de Deus
2. Recebeu o nosso castigo
3. Derramou o SEu sangue
4. Morreu e ressuscitou
5. Está agora no Céu


VERSÍCULOS BÍBLICOS


Hebreus 9:22
1Coríntios 15:3,4

1. Convite - Para afastar-se do pecado e de tentar-se salvar-se pelo esforço próprio. Pra confiar em Cristo pela fé somente.
2. Segurança da salvação


VERSÍCULOS BÍBLICOS


João 1:12
Hebreus 13:5b

CRESCIMENTO ESPIRITUAL
1. Confissão do pecado
2. Crescimento em Cristo
• Orar
• Ler e obedecer a Bíblia
• Testemunhar
• Ir à igreja e à Escola Sabatina


VERSÍCULOS BÍBLICOS


1 João 1:9




A ARCA DE NOÉ


Deus sentiu-se desgostoso por ver a maldade dos homens e resolveu inundar a Terra e destruir os seres vivos que tinha criado.
Mas reconhecendo que Noé era um homem bom e justo, chamou-o e ordenou-lhe que construísse uma grande arca de madeiras resinosas com três andares interiores, onde coubesse ele, a mulher, os filhos, as noras e ainda machos e fêmeas de todas as espécies de animais terrestres e de aves, bem como alimentos para todos. Explicou que tencionava fazer chover durante quarenta dias e quarenta noites para varrer a maldade da face da Terra. Só os viajantes da arca se salvariam.
Noé cumpriu à risca as instruções recebidas. Logo que se abriram as cataratas do céu, entrou na arca com a sua família. Seguiram-se os animais selvagens, animais domésticos, répteis e aves, dois a dois. Fechou-se a porta e a arca flutuou nas águas que cresceram, engrossaram e subiram muito acima da terra, cobrindo até os montes mais altos. Quando parou de chover a inundação manteve-se mais de cem dias!



Mas depois, a pouco e pouco, o nível das águas começou a baixar e a arca pousou no Monte Ararat. Noé foi espreitar à janela. Receando, no entanto, que ainda não fosse possível saírem em segurança, soltou um corvo. Ora como o corvo nunca mais apareceu, deixou então partir uma pomba. A pomba, não encontrando onde pousar, regressou à arca. Sete dias depois Noé enviou-a de novo em busca de notícias e, desta vez, teve a alegria de a ver regressar com uma folha de oliveira no bico! Concluiu que Deus fizera as pazes com os homens. De fato, não tardou a ouvir:
- Sai da arca com a tua família e com todos os animais. Crescei, multiplicai-vos e enchei a Terra...
Deus garantiu-lhe que não haveria mais dilúvios e, para assinalar essa aliança, fez surgir um arco de luz entre o céu e a terra. Prometeu também que sempre que cobrisse o céu de nuvens, lá estaria o Arco-Íris a lembrar a aliança